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Arquivo da Categoria Cultura

segunda-feira, 30 de março de 2015 Cultura, homofobia, LGBTs | 16:57

A homofobia é…

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A homofobia é abjeta, e é até difícil resumi-la em uma única palavra, mas precisamos passar o nosso recado! Que tal escrever em uma folha de papel “Homofobia é…”, completando com o que a homofobia representa para você, tirar uma foto e participar dessa campanha do iGay, portal de conteúdo do iG?

A exposição começa hoje!

Saiba mais aqui: http://igay.ig.com.br/2015-03-30/a-homofobia-e-complete-a-frase-e-participe.html

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sexta-feira, 18 de julho de 2014 Cultura, homofobia, LGBTs | 01:00

Em defesa da construção e proteção de todas as famílias brasileiras!

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Bss0SVoIEAAn0dvQuem me acompanha por aqui sabe que eu adoro, acompanho e comento telenovelas, sempre que tenho um tempo livre no meu trabalho parlamentar, porque, para além do meu entretenimento pessoal, eu considero a telenovela essencial para o entendimento da mentalidade do povo brasileiro e seus desdobramentos políticos e para a disputa dos corações e da mente dos brasileiros e das brasileiras no sentido de (re)construir uma mentalidade caracterizada pelo respeito à dignidade humana de todos e todas, a despeito de suas diferenças e identificações.

Na reta final de “Amor À Vida”, fui tomado pela emoção de ter presenciado – e contribuído de certo forma com – a exibição do primeiro beijo entre casais do mesmo sexo na novela do horário nobre da TV Globo – emissora que se especializou na produção destas, convertendo-as em carro-chefe de sua programação e em seu principal produto de exportação.

Agora, nos capítulos finais de “Em família”, a emoção é diferente, mas tão importante quanto a anterior: presenciar a exibição do primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo ( as personagens Clara e Marina) no capítulo da última quarta-feira na novela, com direito a um beijo mais prolongado que o de “Amor à vida” e aplaudido pela maioria dos outros personagens. A cena foi ao ar pouco mais de um ano após a regulamentação, por parte do CNJ, do casamento igualitário em todo o país – regulamentação provocada pelo meu mandato em parceria com a Arpen-RJ, como parte da campanha ‘Eu sou a favor do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo’, que toco desde que assumi as funções de deputado federal.

Como noveleiro assumido, a emoção que sinto agora é diferente porque não só eu, mas todos e todas que fizeram e fazem, aqui, no mundo real, a sua parte pela igualdade de direitos em nosso país, ajudamos a construir o futuro de Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) na ficção. Contudo, isso não põe fim à batalha. É preciso que o direito ao casamento civil igualitário seja reconhecido em lei. O Congresso Nacional tem que se posicionar e deixar de ignorar e invisibilizar a realidade vivida por milhares de brasileiros e brasileiras.

Os novos arranjos familiares já formam a maioria no Brasil, com 50,1%, segundo o Censo Demográfico do IBGE realizado em 2010, para desespero daqueles que insistem em suas fantasias de que a família tida como tradicional é tão frágil que se destrói com o reconhecimento e garantia de direitos para os outros tipos de família.

Enquanto fundamentalistas religiosos vão na contra-mão da evolução social com suas campanhas de difamação na internet contra todos e todas que lutam por uma sociedade mais justa e igualitária, com seus parlamentares que tentam excluir os novos arranjos familiares em seu projetos de lei e estatutos discriminatórios e segregacionistas, e usam a tribuna do parlamento para atacar o amor com seu ódio, enquanto isso, o folhetim do horário nobre estampa o amor entre duas mulheres que, mais uma vez, como no caso de Félix e Nico, assumiram o posto de casal protagonista da trama, dominando os trending topics do Twitter e o número de visualizações dos vídeos mais acessados no site da novela.

Parabéns Manoel Carlos, Giovanna, Tainá e toda a equipe por representarem o amor e o direito de sermos felizes e protegidos pelo Estado, independentemente de como são nossos arranjos familiares. Um viva a todas as famílias brasileiras!

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segunda-feira, 14 de julho de 2014 Cultura, direitos humanos, LGBTs | 21:59

Vange, a mulher em nós!

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Compartilho com vocês a homenagem que eu pude prestar à brilhante artista Vange Leonel em vida (quando ainda não éramos amigos de fato), por meio de uma crônica em forma de carta para duas escritoras já admiradas por mim – Vange Leonel e Fernanda Young – e que reproduzo aqui. A crônica traz reflexões sobre a misoginia e o machismo e foi escrita quando eu era colunista da revista G Magazine, entre 2006 e 2007. Eu não me lembro exatamente da data da publicação da crônica, mas há  outro registro de um debate que participei com Vange e a jornalista Ana Fadigas em Abril de 2009, em São Paulo. O título do debate era “A Mulher em Nós”.

Vange é a mulher que permanecerá em nós, brilhando como uma estrela na noite preta! Até um dia, Vange!…

 

10418331_652153598187446_7628660009752715608_n“Para Young & Leonel”

Caras Fernanda Young e Vange Leonel, já manifestei algumas vezes que, nas artes e na política, meus principais ídolos são do gênero feminino. Adoro as mulheres. Em crônica de meu Ainda lembro citei alguns nomes próprios, mas deixei vocês de fora da lista, não porque eu goste menos das duas, mas por causa do pouco espaço. Adoro vocês, sou fã confesso e admito que as artes de vocês me causam impacto, arrepiam-me. Vange, eu guardo com carinho o disco de vinil (o primeiro de sua carreira) em que apareces na capa ofertando um coração arrancado do peito. É lindo você cantando os versos de Caetano Veloso: “É preciso estar atento e forte/ Não temos tempo de temer a morte”. Guardo também com carinho todas as suas crônicas – elas são um espaço de resistência homossexual feminina numa revista que, embora editada por uma mulher (e talvez por isso), seja quase toda voltada para os gays. Há sempre comentários de que os anos 1960/1970 inauguraram a fase lésbica da MPB e recalcaram as vozes femininas heterossexuais da Era do Rádio. Não sei se esses comentários pode ser tomados como verdade, já que pouquíssimas cantoras dessa nova fase se assumiram lésbicas ou ousaram dizer o nome de seus amores; mas, ao menos, três heroínas decidiram dar identidade sexual às suas artes: Ângela Ro Ro, Cássia Eller e você. O gesto de vocês me fez um ser humano melhor.

Fernanda, você não é lésbica e não é cantora, mas é tão incrível quanto as heroínas que acabei de citar. Admiro a persona que você criou para enfrentar publicamente o macho-adulto-branco sempre no comando, e também para provocar a intelligentsia que torce o nariz para a cultura de massa e o sucesso de seus ícones apenas por rancor e ressentimento mal assumidos. Você é, sem dúvida, um dos nomes mais interessantes da novíssima Literatura Brasileira; torna a TV mais criativa e bem-humorada e, ainda por cima, é linda. Ah, sua carta aberta a Madonna – que eu amo – me inspirou a escrever esta crônica.

Bom, meninas, amigas por afinidade, gostaria de dividir, com vocês, algumas de minhas reflexões sobre gays misóginos (há muitos) e machismo na América Latina. Vocês, mulheres, vão me entender melhor:

É difícil definir o machismo latino-americano porque ele é complexo. Muitos machos manifestam publicamente seu ódio aos gays, mas, no espaço privado, “comem veados” ou dão para eles. O povo vive repetindo que brasileiro é apaixonado por bunda, não importa de quem ela seja. Há machos que dizem em tom de brincadeira: “quando meu pau não subir mais, vou dar o cu para não sair da putaria”; como toda brincadeira esconde uma verdade… As práticas sexuais por si só não definem a identidade sexual de uma pessoa. E, para tornar a coisa ainda mais complexa, há gays – e não são poucos – que adoram e preferem transar com esses machos, mesmo que eles os humilhem publicamente e até os matem quando vêem sua macheza contestada. Há gays que detestam bichas afeminadas e se “travestem” de machos – como bem lembrou João Silvério Trevisan – malhando em academias, livrando-se dos brincos e anéis e se policiando para falar, a cada frase, as palavras “cara”, “man”, “brother” ou “velho”, tão comuns no repertório dos machos. Há outros gays que não gostariam de se travestir de machos, mas se vêem obrigados a fazê-lo para não ficarem sós, sem transas. Tudo isso é manifestação do machismo latino-americano; é repressão ao feminino. Vocês não acham?

Outra coisa: muitos gays não gostam de travestis nem consideram sua existência uma militância em favor da diferença; acontece que a militância das travestis se dá por meio de uma política do corpo, do gesto, do comportamento… As travestis não obedecem a programas políticos convencionais. A política delas é caótica e tem como base o próprio corpo. Antes que me atirem pedras e afirmem que estou defendo a prostituição, quero esclarecer que não se trata disso. Estou falando, em termos práticos, de que, por serem a diferença radical – uma mulher de pau ou um homem de seios – as travestis são mais visíveis e, por isso, funcionam como um escudo para onde aqueles que odeiam homossexuais dirigem suas pedras. Elas são o alvo preferencial dos predadores porque se destacam na paisagem. Os assassinatos de várias travestis serviram para que a sociedade civil debatesse publicamente o preconceito em relação aos homossexuais. Isso é política, doa a quem doer.

A repressão às travestis – mesmo por parte dos gays – é fruto de uma cultura que construiu um lugar subalterno para as mulheres; é, no fundo, uma repressão ao feminino, inclusive ao feminino que existe em todo masculino, em todo homem. Vocês não acham, meninas? Por isso, admiro tanto as mulheres e vocês duas em especial. Obrigado por existirem!

 

 


Para aqueles e aquelas que não conhecem o trabalho de Vange e para aqueles e aquelas que desejam reviver o seu brilhante talento, deixo o vídeo-clipe de “Noite Preta”, tema de abertura da novela Vamp, da Globo, exibida em 1991.

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quarta-feira, 4 de junho de 2014 Crítica, Cultura, homofobia, LGBTs | 11:40

O jogo do adversário

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Eu, jogando futebol em Alagoinhas, Bahia. O enquadramento não era exatamente uma qualidade do fotógrafo!Eu, jogando futebol em Alagoinhas, Bahia.
O enquadramento não era exatamente uma qualidade do fotógrafo!

 

Quando contei que o fato de eu não ter, hoje em dia, paixão pelo futebol estava ligado à dolorosa experiência com a homofobia que me abateu na única vez em que, ainda menino, entrei em “campo” para jogar (na verdade, o “campo” era um terreno baldio da periferia onde nasci e me criei); quando eu contei essa história, muitos duvidaram de sua veracidade. Pois, numa daquelas surpreendentes coincidências (ou “sincronicidades”, como o quer Jung), no momento em que recebi o convite do Google para aderir à campanha #ProudToPlay (#JogueComOrgulho, no Brasil), que visa enfrentar a homofobia e o racismo nos jogos da Copa do Mundo, neste momento, uma amiga de minha mãe, Regina, deu-me essas fotos que ilustram o texto. Tenho raras fotos de minha infância (fotografia era artigo de luxo naquela época). Jamais imaginei que houvesse registro de minha única experiência com o futebol. Mas há.E ele foi encontrado em hora oportuna! A foto é mal enquadrada, mas dá para me reconhecer agachado ao lado direito do time.

A foto dá também a dimensão do abandono das periferias e das resistências de sua população, que inventam “campos” quando os governos não lhe dão quadras de esportes. Quem quiser saber um pouco mais dessa minha experiência com o futebol e dos termos de minha crítica à homofobia nesse esporte (Atenção: não estou dizendo que todas as pessoas que praticam ou gostam de futebol são homofóbicas ou racistas; estou dizendo que, infelizmente, há racismo e homofobia na cultura futebolística), quem quiser saber mais leia meu novo livro “Tempo bom, tempo ruim”, cujo trecho reproduzo abaixo.

 

“Não gosto de futebol. Perdoem-me os amigos e leitores que gostam do esporte e/ou o praticam, mas eu, particularmente, detesto futebol. A aversão não é gratuita nem deixa de ser recíproca.

(…)

Como forma de sociabilidade masculina (entendam como ‘sociabilidade masculina’ a vida dos homens entre si), o futebol é fundamentalmente misógino, como mostram o deboche e a indiferença de torcedores e patrocinadores com o futebol feminino, ainda que muitas jogadoras sejam melhores que muitos Ronaldos, Adrianos e Robinhos. É também homofóbico: repousa igualmente na exclusão de gays”

 

Assim como a homofobia me afastou do futebol, ela e o racismo podem afastar outros que – vai saber – poderiam ser grandes atletas (não estou falando do meu caso, pois, ainda que a discriminação não tivesse me afastado do futebol, eu não seria um atleta de talento). Por isso mesmo, aderi à #ProudToPlay quando convidado. O esporte deve nos dar só orgulho!

 

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quarta-feira, 23 de abril de 2014 Crítica, Cultura, direitos humanos | 11:44

Quem venceu foi a ignorância

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pne-e-a-ideologia-de-gc3aanero-1Sempre costumo dizer que a educação é transformadora. E de fato, é. Ou deveria ser em todos os espaços. A educação proporciona o exercício da (re)invenção de nós mesmos e do mundo à nossa volt, aquilo que a filósofa Hannah Arendt chama de “vida com pensamento”. Uma vida que vai além da mera satisfação de necessidades básicas e da mera repetição de velhos preconceitos.

Ontem a educação de qualidade sofreu um revés. Hoje, em todos os fóruns de educação, discute-se o problema da violência de gênero nas escolas. Um problema que deveria ser combatido, mas que o parlamento determinou que não será. Não será porque, na cabeça de alguns, tratar de “gênero” será uma forma de desconstruir a indentidade de gênero de meninos e meninas, para que eles possam escolher, mais velhos, se serão cis ou transgêneros – ou, como pensam estes, se vão querer ser gays ou não -. Acreditam que tratar de gênero nas escolas será proibir comemorações de dia dos pais ou das mães. Basta uma rápida pesquisa no youtube por “ideologia de gênero” para entender a razão deste entendimento e os interesses por trás dele.

A escola perde a oportunidade de ultrapassar limites mecanicamente impostos pela sociedade, onde a menina tem que ser educada para cuidar do lar. Onde a agressividade do menino é entendida como parte de sua formação, mesmo que leve à violência escolar. A escola perde a chance de formar alunos prontos à vida em uma sociedade diversa, respeitando as diferenças que existem entre todos nós. Perde a chance, também, de se tornar um ambiente acolhedor, livre do bullying. Nada disto interessa aos que se sentem vitoriosos com a retirada dos pontos que fazem referência à promoção da igualdade de gênero.

Bradam alguns que a família tradicional venceu. Não, meus caros. Quem venceu foi a ignorância, que continuará sendo matéria da grade curricular de nossas escolas já tão castigadas pela falta de recursos. Que ao menos o PNE consiga garantir os 10% do PIB à educação, para que não lamentemos mais dez anos perdidos.

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quinta-feira, 6 de março de 2014 Cultura, direitos humanos, homofobia, LGBTs | 21:20

O que cabe em um ano?

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Hoje o tempo voa, mesmo sem se sentir que um ano se passou. Um ano desde que escrevi minhas primeiras linhas para o iGay. Lembro-me das cores e dos cheiros daquela tarde de verão quando entrei naquele prédio no centro de São Paulo para discutir com o Tales Faria, vice-presidente editorial e publisher do IG, minha participação numa proposta ousada de abrir espaço em uma das principais companhias de telecomunicações no Brasil para tratar, com seriedade, de temas voltados pra população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

E o que cabem em um ano que escorre pelas mãos? Cabem derrotas, alguns retrocessos, mas também cabem importantes conquistas e avanços.

Em um ano, cabe um governo colombiano rejeitando o casamento igualitário; cabe alguns países criminalizando a homossexualidade; e cabe, aqui no Brasil, um projeto de “cura gay” ser um dos principais temas dentro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, que durante esse ano foi presidido por um deputado racista e homofóbico, que não faz questão alguma de esconder que seu principal objetivo era o de retroceder em avanços que dizem respeito à dignidade e direitos da comunidade LGBT.

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Em um ano, cabem articulações com o intuito de vetar o casamento igualitário, inclusive sustando determinações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e ainda insistindo em tentar propor plebiscito para questões de Direitos Humanos. Cabe também um relatório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), que divulgou que houve um aumento de 46,6% dos casos de agressão contra LGBTs, incluindo em suas estatísticas um pastor confundido com ativista e, por isso, agredido em Brasília durante evento de Silas Malafaia.

Mas em um ano também cabem muitos beijos que fizeram história: o beijo das incríveis Fernanda Montenegro e Camila Amado, que trocaram selinhos na campanha contra a permanência de Feliciano na CDHM; e, claro, o primeiro beijo de um casal de homossexuais em uma novela dentro do horário nobre da principal emissora de televisão brasileira. Mateus Solano e Thiago Fragoso, nos papéis de Félix e Niko, fizeram história, e abriram caminho para novas tramas de casais que mostram as diversas cores das famílias brasileiras.

Cabe, depois é apesar dos esforços dos fundamentalistas religiosos que se instalaram na CDHM depois de identificarem nela um trampolim eleitoreiro para seus dogmas teocratas, arquivar aquela proposta absurda de “cura gay”.

Cabe o Brasil inteiro se emocionar, vibrar e se apaixonar com a história de amor de uma das maiores cantoras brasileiras, Daniela Mercury, que se casou com a jornalista Malu Verçosa. E não apenas celebrou seu amor, mas se casou com os mesmos direitos que qualquer casal heterossexual, graças a uma decisão do CNJ, que regulamentou  casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, sendo pela conversão da união estável em casamento ou diretamente. E cabe o primeiro caso no qual a Justiça Federal reconheceu o companheiro de um sargento do exército como seu dependente.

Em um ano cabe celebração de casamento gay em base militar dos Estados Unidos; primeiro político gay na Turquia; leis pró-LGBT em Cuba; o casamento igualitário legalizado na Nova Zelândia, na França, no Uruguai e no Reino Unido; e cabe um pedido de desculpas do Exodus, famoso grupo cristão dedicado à cura da homossexualidade que após 37 anos de charlatanismo pede perdão à comunidade LGBT e encerra atividades.

Hoje celebramos um ano de trabalho. Por aquelas cabriolas ocasionais do destino, essa data de hoje é próxima ao meu aniversário de 40 anos, que celebro agora no dia 10 de março. Nesse inicio de nova década, só quero saber no que pode dar certo. Quero crer no amor numa boa e quero que isso valha pra qualquer pessoa. Quero um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera, que acredita no amor, independente de cor, raça, credo, etnia, nacionalidade, gênero, sexo ou orientação sexual. Porque no meu mundo só existe uma lei: a do amor. E é nela em que vou colocar todas as minhas fichas.

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